HOT BOX HARD

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Henry & June

Paris, Dezembro de 1931. Anaïs Nin conhece o escritor Henry Miller e a sua mulher June, e regista esse facto no seu diário. É esse relato íntimo que agora se publica e nele Anaïs revela todos os sentimentos de angústia, felicidade, êxtase, tristeza, que marcaram uma relação vivida até aos limites do erotismo e da paixão. Henry é a genialidade, a virilidade física e intelectual; June, a beleza, o mistério das forças ocultas do desejo. Juntos revelam-lhe o outro lado da vida, que as obras de Miller tão cruamente descreviam, e será através desse exacerbamento e dessa perturbação que Anaïs Nin virá a descobrir-se a mulher e a escritora que tanto marcou a literatura do nosso século. «Henry & June» é simultaneamente um documento de valor histórico e o diário íntimo de uma paixão que transgrediu todas as convenções. Um belo livro que o cinema adoptou.

 

Zonas Íntimas

Logo nas primeiras páginas o leitor é guiado, com arrepiante despudor, para o último reduto da intimidade: o quarto de casal. É ali, debaixo dos lençóis, no decurso de um fellatio, prolongada e minuciosamente descrito, que Elizabeth se apresenta. Ela é uma mulher de 33 anos, mãe de uma filha de sete, a viver o seu segundo casamento. É a personagem principal, mas também o coro grego; expõe-se mas também se observa à distância. E nesse duplo processo, já não é apenas uma mulher casada, mas a mulher contemporânea, onde se desvendam as terríveis cicatrizes da modernidade. Zonas Íntimas é um romance que nada teme, que despreza rótulos ou tabus. Ergue-se em torno da voz desabrida de uma mulher que não consegue perdoar a mãe (a negação do sexo) e que tenta reconciliar-se com o passado (a traumática perda de três irmãos). Nesse sôfrego monólogo interior, onde cruamente se expõem as marcas da contemporaneidade (a morte de Deus), o sexo surge já não como metáfora, mas como âncora – é no sexo, e pelo sexo, que Elizabeth se tenta (re)construir, perseguir a intimidade e, em última análise, sobreviver.

O Meu Pipi

QUASE 15 ANOS DEPOIS, O INFAME REGRESSO DO DIÁRIO DE «O MEU PIPI»
Edição de luxúria, com alguns textos inéditos. Com 35 mil exemplares vendidos e depois de se ter transformado num dos maiores fenómenos mediáticos da literatura portuguesa, o Pipi mais famoso do país volta a disponibilizar a sua obra inaugural, há muito esgotada, com todos os seus famosos afodismos e pastiches de escritores, como José Saramago ou António Lobo Antunes. Transitou de blogue para livro, só escreve para maiores de 18, já publicou os seus Sermões (Tinta-da-china, 2011), mas Pipi continua a ser recatado e do lar. A identidade do autor continua a ser um dos segredos mais bem guardados da literatura nacional. Pipi já foi confundido com Miguel Esteves Cardoso, Rui Zink, José Vilhena, Ricardo Araújo Pereira e Pedro Mexia, mas o mistério permanece.

«EM BUSCA DAS FODAS PERDIDAS – Fodas há que um homem não esquece jamais. No seu leito de morte, essas fodas hão-de assomar-lhe ao espírito, arrebitando-lhe o engelhado nabo pela vez derradeira. Porém, não são mais de três ou quatro. Às outras, espera-as a crueldade mansa do olvido.»

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Descrição

 

ENCOMENDA HOT BOX HARD POR MAIS DEZ EUROS

LIVROS

– Henry & June, Anaïs Nin

– Zonas Íntimas, Charlotte Roche

– O Meu Pipi, Anónimo

 

BRINDES

  • Fita de cetim vermelha
  • Marcadores eróticos: desejo-te, quero-te, sinto-te

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